Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 24/04/2017 - 17:20h.
Análise do Vitão: Mais do mesmo

Saudações Palestrinas!

Fazer tudo igual e esperar resultados diferentes além de ser insano como foi dito por Albert Einstein, nunca será o suficiente quando for necessário buscar reverter um resultado adverso.

O medo de perder, tira a vontade de ganhar: é uma frase clichê que infelizmente se aplica muito bem ao Passivo Eduardo Baptista; que infelizmente demonstrou não ter capacidade de comandar uma equipe como o Palmeiras, em especial neste momento tão importante de nossa história.

Resultado importa sim! O campeonato Paulista 2017 era um dos torneios mais fáceis dos últimos anos, enfrentaríamos o nosso maior rival em uma final na qual seríamos os francos favoritos, é inadmissível jogar um título no lixo desta forma.

A arbitragem foi um caso à parte, simplesmente o “apitador” deixou de marcar três pênaltis claros para o Palmeiras e como “prêmio” por bons serviços prestados apitará o primeiro jogo da final; o resultado sim foi afetado pela arbitragem, mas fomos desclassificados por conta da inexperiência e passividade do nosso Técnico, fomos eliminados por que o Eduardo fez o famoso: mais do mesmo.

Em tempo, deixo outra crítica ao também passivo Maurício Galiotte: Se você não brigar pelos direitos do Palmeiras, ninguém o fará! Nesta manhã nosso departamento Jurídico deveria ter apresentado uma representação contra a arbitragem da semifinal.

Duvido que exista neste momento uma diretoria tão omissa quanto a nossa, felizmente temos o Mattos, se não fosse por ele eu já teria jogado a toalha para esta temporada.

Uma equipe diferente em campo, era isso o que esperávamos. Sim! Era possível reverter o resultado, não admito Fabiano, Vitor Hugo, Michel Bastos, Keno e até mesmo o Rafael Marques ficarem de fora da escalação inicial. O time abusou dos cruzamentos durante a partida toda, os nomes que citei além de tornar a equipa mais ofensiva, explorariam melhor a jogada de bola parada.

A atuação da equipe não foi nada diferente do que vimos em alguns jogos desta temporada, o Palmeiras é um time muito morno no primeiro tempo, cozinha o adversário, não é tão incisivo quanto deveria ser, principalmente precisando do resultado.

Realmente não fizemos uma partida ruim, mas não foi o suficiente, a equipe aceitou a marcação da Ponte e raramente fez uma jogada coesa no campo de ataque. Não vimos os pontas serem incisivos, Roger Guedes tentou mas parou na forte marcação; era muito necessário temos dois pontas abertos para que as inversões de jogadas desmontassem o esquema defensivo do adversário.

Deixo claro que não quero ser “profeta do acontecido”, porém um time com: Prass, Fabiano, Mina, VH, Michel Bastos, Felipe Melo, Tche Tche (Guerra), Keno, Roger Guedes Dudu e Borja seria muito mais produtivo! Como se não bastasse a escalação inicial errada, ele demorou sessenta minutos para mexer no time, fazendo alterações que não surtiram efeito nenhum.

Ousadia se faz necessário no futebol; a nossa torcida que novamente lotou o Allianz Parque merecia muito mais! Sem dúvidas se alguém merece destaque neste campeonato somos nós, os torcedores que novamente fizemos nossa parte, fazendo com que o Palmeiras seja o único clube no Brasil que tem uma renda advinda da bilheteria maior que o patrocínio Master.

Quanto ao futuro, não é preciso entender de Esteganografia para descobrir o que precisa ser feito, infelizmente do jeito que está o Palmeiras, vamos fazer uma temporada mediana, abrindo mão de talvez um dos anos mais promissores da nossa história por falta de simplesmente um comando “ativo”.

Um grande abraço!

Vitão
 
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