Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 06/10/2012 - 17:34h.
Palmeiras joga muito mal e perde o clássico
Em função de problemas técnicos o PTD não pôde acompanhar toda partida, por isso decidimos não descrevê-la. Confira abaixo um resumo do clássico feito pelo site ESPN.com.br.
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O técnico Gilson Kleina surpreendeu e, mesmo com Luan liberado por efeito suspensivo, escalou Daniel Carvalho pela direita, com Valdivia tentando municiar Barcos do lado oposto. A formação, como o primeiro tempo mostraria, não daria muito certo. Os dois foram bem marcados respectivamente por Wellington e Denilson e pouco criaram até o intervalo.

O São Paulo, por sua vez, criou chances rapidamente. Paulo Miranda desperdiçou uma delas após Bruno oferecer rebote na pequena área. Em seguida, o goleiro se redimiu ao salvar arremate à queima-roupa de Luis Fabiano depois de indefinição do lateral esquerdo Juninho em cruzamento vindo da direita do ataque.
Zonzo pelas investidas do rival, o Palmeiras não via opções para chegar à meta de Rogério Ceni. A solução encontrada por Barcos, que jogava muito isolado, foi tentar encobri-lo em chute de longa distância mal executado. A oportunidade mais clara do centroavante argentino foi em chute de perna esquerda, da entrada da área, que passou à direita do goleiro.

Aos 24 minutos, Luis Fabiano foi lançado na intermediária e partiu livre até a área. A jogada tinha tudo para terminar em gol, mas o zagueiro Román se recuperou a tempo de atrapalhar. O paraguaio não teria a mesma sorte dez minutos mais tarde, quando Bruno desviou chute de Lucas, a bola tocou a trave esquerda e sobrou limpa para o artilheiro são-paulino só completar.

Nem a perigosa bola parada de Marcos Assunção faria efeito. Na única falta que cobrou, acertou a barreira e viu Rogério Ceni completar o serviço. Outro volante, o são-paulino Denilson, estava com o pé direito mais calibrado e ampliou a vantagem. Aos 42 minutos, pegou rebote de muito longe e chutou com força. A bola pegou efeito suficiente para tirar Bruno e ainda resvalar na trave antes de tocar a rede.

O gol foi muito comemorado por Denilson. Ele correu até o escudo do clube, entre o gramado e a pista de atletismo e se ajoelhou. Todos os demais jogadores do São Paulo foram até ele, até Rogério Ceni deixou a meta para festejar o golaço com o companheiro, que o dedicou à mãe, falecida. Também feliz, Osvaldo desceu satisfeito e confiante para o vestiário. “Temos que ter paciência, porque cabem mais dois (gols) no segundo tempo”, disse o velocista.

Coube só mais um. Aos 25 minutos, Luis Fabiano recebeu passe dentro da área, girou o corpo e, de primeira, marcou seu segundo gol ao soltar uma pancada indefensável para Bruno. A essa altura, o Palmeiras já não tinha mais Artur, expulso com dois cartões amarelos. Também já não contava com Valdivia inteiro: ele se machucou em dividida na linha de fundo e só permaneceu em campo por mais alguns minutos para que o Palmeiras não ficasse apenas com nove jogadores.

Em festa, a torcida são-paulina gritou olé bem cedo, mas não viu mais gols, até porque o time perdeu padrão depois de o técnico Ney Franco sacar Luis Fabiano (se contundiu no terceiro gol e deu lugar a Willian José), Wellington (ameaçado de levar o segundo cartão amarelo, saiu para a entrada de Maicon) e Jadson (Douglas foi o substituto). O Palmeiras, ao contrário, até tentou diminuir a desvantagem, mas, cansado, não foi capaz.
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Hoje não faremos observações nem daremos notas.

O Palmeiras volta a campo às 21h de quinta-feira (11/10) para enfrentar o Coritiba. O jogo será em Araraquara.

 
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