Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 10/08/2017 - 00:15h.
Notas de Palmeiras 1 (4) x (5) 0 Barcelona
Jailson: 7,0
Bem quando exigido no tempo regulamentar; nas penalidades pegou 1.

Tchê Tchê: 6,0
Longe do desempenho ruim de todo ano, mas também distante do que já rendeu, mesmo improvisado. Nas penalidades converteu o seu.

Mina: 5,0
Até sair, no final do primeiro tempo, vinha bem.

Edu Dracena: 5,0
Bem pelo alto, mas teve dificuldade com a velocidade dos atacantes do Barcelona.

Luan: 5,5
Assim como Dracena, sofreu com a rapidez e força dos equatorianos.

Egídio: 6,0
Fez um bom jogo e assumiu a responsabilidade de cobrar um pênalti decisivo. Caberia ao técnico tirar ele dessa situação.

Thiago Santos: 7,5
O melhor do Palmeiras em campo (nos 90 minutos).

Bruno Henrique: 5,0
Apagado no primeiro tempo, melhorou um pouco no segundo. Perdeu o seu pênalti.

Dudu: 6,5
Como armador, não foi bem. Na sua posição, pelas pontas no segundo tempo, cresceu. Participou da jogada do gol e depois tentou seguir em campo mesmo lesionado.

Guerra: 4,5
Mais de 15 minutos em campo; errou tudo que tentou.

Róger Guedes: 2,0
Totalmente fora de sintonia.

Moisés: 7,5
Entrou e mudou o time. Fez o gol e mesmo "estourado" converteu seu pênalti.

Deyverson: 5,5
Poucas bolas chegaram. Ele tentou compensar buscando jogo, ou seja, fugindo um pouco de suas características.

Keno: 5,0
Pouco acionado. O que de melhor fez foi carimbar o travessão. Nos pênaltis, converteu o seu.

Cuca: 4,5
Sem Mayke, improvisou Tchê Tchê na lateral, e o jogador de certa forma deu conta do recado. Sem Guerra (não estava 100% para iniciar jogando), optou por improvisar Dudu como armador, mas o camisa 7 não rendeu. Deu azar por queimar ainda no primeiro tempo uma alteração por lesão (Mina por Dracena). A segunda mudança, Moisés por Róger Guedes, foi providencial. A terceira, também por lesão, não funcionou porque Guerra entrou mal no lugar de Dudu. Resumindo: errou e acertou. Coletivamente, porém, todos esperavam mais. Faltou o time trabalhar a bola e ser menos afoito. Como priorizou a Libertadores, e já estava fora da Copa do Brasil e sem chance de título no Brasileirão, viu o ano "acabar" em agosto. Falhou no planejamento, mas divide isso com a diretoria. Que os últimos 4 meses de 2016 sirvam de pré-temporada para um 2018 mais consistente.
 
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