Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 19/09/2017 - 21:17h.
Análise do Vitão: A pergunta que não quer calar

Saudações Palestrinas!

Dizem que o tempo é o melhor remédio para que tudo se ajeite, será? Depois de sete meses intensos quase sem folgas para treinos o Palmeiras finalmente teve duas semanas para “colocar a casa em ordem”.

Faltando quatorze rodadas para o término do campeonato, estamos treze pontos distantes da liderança, em um campeonato onde a incompetência é palavra de ordem para a maioria dos competidores, principalmente para nós.

A pergunta que não quer calar: Temos condições de sermos campeões? Antes de responder essa pergunta, vamos analisar algumas questões práticas e em especial o jogo de ontem.

Sou otimista por natureza, em outra situação os treze pontos não seriam uma barreira intransponível, porém na atual circunstância prefiro pensar jogo a jogo do que novamente criar expectativas como fizemos no início da temporada.

O time oscila bastante, por vezes apresenta um lampejo de bom futebol, por outras se demonstra apática e desinteressada, um time bipolar e um técnico muitas vezes perdido.

Infelizmente o Cuca não está em boa fase, aliás, ele mais do que ninguém parece sentir todo o peso do favoritismo que nos foi incumbido. Ele aposta em escalações pragmáticas, e apesar as mudanças constantes arma um time extremamente previsível.

No jogo de ontem precisávamos ser muito otimistas para acreditar que o Palmeiras fosse apresentar em campo aquilo que não fez durante toda a temporada.

A insistência no Tchê Tchê é um dos maiores mistérios da história do Palmeiras, não entendo como um jogador que não fez uma única boa partida na temporada tenha o seu lugar cativo no time.

Egídio é a personificação do ditado: Em terra de cego quem tem olho é rei: tudo bem que a escalação do Juninho na zaga, facilitou bastante a sua vida, principalmente quando não conseguia acompanhar o homem da sobra no ataque do Coritiba.

Luan deve perder o lugar no time para o Juninho, que é nossa melhor opção de zagueiro pela esquerda.

O gol saiu de um dos poucos momentos lúcidos do ataque Palmeirense, Dudu deu a assistência e o Jean marcou o gol que nos valeu a vitória.

O segundo tempo transcorreu sem maiores problemas, mas o magro resultado fez com que nossas unhas diminuíssem.

O Cuca demorou para mexer no time, a entrada de Roger Guedes não surtiu efeito algum e Tiago Santos e Borja entraram faltando pouco mais de dez minutos para acabar a partida. Muitos criticam o colombiano com certa razão, mas se ele não entrar em campo com mais frequência, terá sua pecha de fracasso com uma facilidade muito maior.

Fim de um jogo sonolento, como diria o Bob Geldof: I dont’ like Mondays, espero que a preguiça que acometeu o time em boa parte do jogo seja resultado de uma ressaca dominical, caso contrário a resposta para a pergunta feita no início do texto será um sonoro: NÃO!

Um grande abraço!

Vitão
 
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