Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 08/11/2017 - 23:36h.
Medíocre, Palmeiras é derrotado de maneira tranquila pelo Vitória em Salvador
Time de Alberto Valentim tem uma das piores apresentações do ano e perde por 3 a 1 fora de casa; vaga no G4 começa a ficar ameaçada.

Com Juninho de volta ao time titular e Erik de centroavante (!) o Palmeiras iniciou o jogo sendo pressionado pelo Vitória, o pior mandante do Brasileirão. Aos 3 minutos Prass saiu mal do gol, a bola sobrou para Patric bater com perigo, para fora. Aos 5 o gol saiu. Egídio vacilou na marcação, Patric cruzou para Trellez apenas ajeitar para Yago: 1 a 0.

Outro "mapa da mina" manjado pelos adversários, a fragilidade de Juninho, logo foi explorado pela equipe baiana; aos 14 minutos o zagueiro errou feio ao tentar dar o bote em cima de Trellez, que avançou sem ser incomodado até tocar na saída de Prass: 2 a 0.

Atordoado, o Verdão foi com tudo para o ataque e achou um gol aos 19 minutos: Keno cruzou, a bola desviou no meio do caminho e caiu na cabeça de Dudu: 2 a 1. O empate só não saiu logo no minuto seguinte porque Fernando Miguel fez milagre em finalização cruzada de Erik.

Parecia que o pior momento alviverde na partida já tinha passado, mas ficou mesmo na impressão. Rapidamente o Vitória encaixou a marcação, dificultando as ações do time de Alberto Valentim. Aos 28 minutos, após rebote da defesa em cobrança de falta, Moisés finalizou por cima do travessão.

Com o Palmeiras pouco inspirado, o Vitória percebeu que não precisaria ficar todo recuado. Aos 39 minutos, num lance bizarro - outro com participação de Juninho, a bola sobrou para Yago, livre pelo lado direito do ataque, fazer 3 a 1. Para alívio dos Palmeirenses presentes ao Barradão, pouco depois o árbitro encerrou o primeiro tempo.

Na etapa final Valentim foi para o tudo ou nada ao trocar Bruno Henrique pelo garoto Fernando, destaque do sub-20. Logo no primeiro minuto o atacante fintou um marcador e bateu para fora, sem direção. A melhor chance de gol, porém, seria criada pelo Vitória aos 3 minutos: Trellez exigiu ótima defesa de Prass após cobrança de falta.

Aos 8 minutos, ao tentar afastar um ataque do Palmeiras, Wallace só não fez contra porque Fernando Miguel evitou; no rebote Moisés carimbou o goleiro. A chance criada, mesmo que sem querer, foi a senha para o Vitória começar a fazer cera. Aos 16 minutos Valentim trocou Erik por Róger Guedes.

A primeira oportunidade do camisa 23 foi logo depois dele entrar em campo; aos 18 minutos Dudu foi derrubado por Ulliam Correia na entrada da área e como já tinha um amarelo, foi expulso. Róger Guedes pediu para cobrar a falta mas mandou por cima do travessão.

Para tentar explorar o homem a mais de maneira racional (trocando passes), aos 22 minutos Valentim trocou Keno por Guerra. Aos 24, no entanto, Róger Guedes mostrou afobação ao arriscar de muito longe, sem perigo algum para o goleiro.

Com os dez jogadores atrás da linha da boa, o Vitória conseguia manter o Palmeiras longe da sua meta. E quando tinha chance, abusava da cera com a complacência do juiz. O tempo foi passando e o panorama do jogo não se alterava. O máximo que o time de Valentim fazia era "ciscar" ao redor da área.

Aos 41 minutos (!) enfim alguém resolveu experimentar um chute de média distância, mas o goleiro foi buscar a bomba de Tchê Tchê. Nos acréscimos Guerra ainda descontou, mas o assistente anulou alegando impedimento, que não existiu. E foi só.

Com mais essa derrota, a segunda seguida, o time permanece com 54 pontos e agora passa a correr risco de perder a vaga no G4; a diferença para o quinto colocado, que já foi de 7 pontos, agora é de apenas 3.

Domingo (12/11), ainda sem Mina e Borja, o Palmeiras recebe o Flamengo, às 17h, no Allianz Parque.

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