Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 04/04/2018 - 16:45h.
Análise do Vitão: Vencer ou Vencer

Saudações Palestrinas!

Como diria o grande Tim Maia: Na vida a gente tem que entender que um nasce para sofrer, enquanto o outro ri.

O sorriso no rosto dos Palmeirenses não tem apenas um único significado, mas tem um único motivo: a equipe ganhou corpo e hoje é verdadeiramente um time muito competitivo.

Poucas coisas no futebol são tão prazerosas quanto ganhar do Corinthians: iniciamos a semana tranquilos, felizes não apenas com a atuação do verdão, mas principalmente com a vontade demonstrada.

A vontade que faltou nos últimos jogos contra o mesmo adversário sobrou na primeira partida da final disputada em Itaquera; em nenhum momento faltou o famoso “sangue nos olhos” e o resultado veio com muito suor.

O arbitro distribuiu cartões para ambas as equipes e não conseguiu controlar os ânimos à flor da pele, fazendo com que o jogo fosse extremamente truncado. Não vou entrar no mérito das expulsões, mas afirmo categoricamente: O Felipe Melo pagou pela fama, foi o bode expiatório do dia.

O Palmeiras não se intimidou com o estádio lotado, e desde os primeiros segundos adiantou a marcação, pressionando a saída de bola; o gol de Borja aos 7 minutos e era tudo o que precisávamos para poder controlar a partida.

Poderíamos ter definido a final no primeiro jogo, Keno iria entrar para aproveitar os contra-ataques, porém, Dudu e Bruno Henrique pediram para sair ao mesmo tempo, deixando evidente a condição física da equipe.

A vantagem obtida foi excelente, e não podemos considerar a opção de não vencer este campeonato, é vencer ou vencer!

O jogo de ontem contra o Alianza Lima foi muito mais importante do que a maioria imaginava: um resultado construído com propriedade que deu ao Palmeiras mais confiança para a grande final de domingo.

Jogamos com uma intensidade muito grande, e não seria exagero dizer que poderíamos ter terminado a partida com uma sonora goleada; o time adversário não ofereceu qualquer resistência, sobramos em campo e todo o time fez uma ótima partida.

Destaque para: Antônio Carlos, Moisés e Dudu, aliás nosso capitão correu demais! Fiquei preocupado dada a intensidade que ele se doou em campo, felizmente ele é um jogador muito forte, mas seria muito mais prudente se o Roger o tivesse substituído.

Aliás no momento tenho apenas uma reclamação a respeito do Roger: ele demora muito para mexer no time, talvez as substituições feitas na hora certa poderiam dosar o cansaço de alguns jogadores, que ao final da partida ficam totalmente extenuados.

Borja fez 8 gols nos últimos 9 jogos, sendo que em 2 deles ele jogou apenas 45 minutos, ou seja, nos últimos jogos a média de gols é de pelo menos 1 por partida, querendo ou não, ele vem fazendo seu papel com louvor.

Na saída do estádio todos estávamos felizes, porém, era obvio que a cabeça de todos estava no jogo de domingo, ainda bem que o time demonstrou que pode focar em ambos os jogos da mesma forma.

Pela primeira vez vejo o Mauricio Galiotte tendo uma atitude firme, ao confirmar o treino de portas abertas no sábado, que isso não seja apenas um lampejo e se torne algo corriqueiro.

Avante Palestra! Domingo é dia de festa na nossa casa, é dia de mostrar para todos que expectativa pode ser a realidade!

Um grande abraço!

Vitão
 
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