Por Eduardo Luiz, da Redação PTD - 22/10/2011 - 19:49h.
Rebaixamento, lá vamos nós!
Por Eduardo Luiz  eduardoluiz@palmeirastododia.com

A torcida que compareceu ao Canindé teve logo aos 2 minutos de jogo uma mostra do que veria pelos próximos 43. Maurício Ramos e Henrique falharam bisonhamente na frente de Julio Cesar, que finalizou mal. Era o prenúncio de um primeiro tempo horroroso.

Sobrando em campo, o Figueirense não demorou a abrir o placar. Aos 10, Wellington Nen dançou na frente de Henrique e de direita fuzilou a meta de Deola: 1 a 0. O segundo poderia ter vindo dois minutos depois com Juninho; o lateral também driblou como quis seu marcador mas na hora de finalizar errou o alvo.

A primeira investida do time de Felipão que levou perigo foi apenas aos 19 minutos, quando Cicinho cruzou e a bola passou por três Palmeirenses. Porém, mesmo que um deles aproveitasse, o lance não valeria pois a assistente já havia assinalado um impedimento inexistente de Ricardo Bueno. Aos 23 Valdivia cobrou falta e viu o goleiro salvar com a ponta dos dedos. Sinal de reação? Não, lance ocasional.


Nos minutos restantes da etapa inicial, os visitantes ainda desperdiçaram mais duas chances de gol. Aos 30 Elias arriscou, por cima. Aos 33 Maicon tabelou com Julio Cesar e exigiu de Deola uma linda defesa.


No segundo tempo o Palmeiras voltou com Tinga no lugar de Maikon Leite. A alteração, logicamente, não surtiu efeito, pois o volante entrou muito mal. Aos 3 minutos O Figueirense chegou com perigo; Julio Cesar finalizou de primeira e Deola mandou para escanteio.


Aos 13 minutos Luan experimentou num chute cruzado, nas mãos de Wilson. Aos 17 foi a vez de Valdivia; a finalização do camisa 10 bateu no rosto de um zagueiro e saiu. Essa foi a reação do Palmeiras. Após os 20 minutos o time voltou a ceder espaços à equipe catarinense, que não desperdiçou. Aos 30 minutos Wellington Nen voltou a humilhar a marcação, mas dessa vez ele cruzou para a conclusão de Julio César: 2 a 0.


O gol foi o estopim para a torcida presente ao Canindé explodir. Sob vaias, gritos de "time sem vergonha" e até "olé", o time do técnico Luiz Felipe Scolari suportou os minutos finais da partida. Nem o gol de Ricardo Bueno, aos 48, aliviou a pressão.

A nova derrota mantém a equipe na vergonhosa décima terceira colocação, só que agora mais perto dos times que lutam para não serem rebaixados.


Domingo que vem (30/10), às 18h, em briga direta contra o rebaixamento, o Palmeiras enfrenta o Atlético-MG, em Sete Lagoas.

 
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