PEQUENO MUNDO DO SENHOR DA VERDADE (18/01/2019)
 


Ele é assim. Contudo, ele não foi sempre assim. Um dia ele orgulhou o mundo jornalístico ao sonhar com a verdade, mesmo que tardia.

Porém parece-nos que paulatinamente o homem se vulgarizou, caiu em lugar comum e viveu das lembranças de suas belas frases escritas em períodos simples.

Aquele que pinta o quadro contemporâneo como Senhor da Verdade - permita-me chamá-lo assim, pois você merece a sátira outorgada aos falsos profetas - desenvolveu o vício cruel de cultivar o jornalismo clubístico. Confundir competência com desonestidade. Achar que o milagre - prefiro chamá-lo de trabalho - é fator correspondente (apenas) às cores branca e preta.

Insistentemente critica a nossa patrocinadora; atribui a ela adjetivos nada promissores; e quanto mais sucesso ela alcança, mais ela deixa de ser merecedora da conquista - como se ela dependesse de sua aquiescência para ajudar a levantar um troféu.

E agora - essa vida caprichosa! - as similaridades entre patrocinadores, tanto lá como cá permite-nos pensar e perguntar ao ilustre demagogo: Onde nasce a leviandade? Qual o preço do sucesso? Quem personifica Ali Babá?

Não estou aqui a defender quem não precisa de defesa. Estou aqui para exigir bom senso do que lhe sobrou do jornalista de outrora. Isonomia talvez seja o nome. Através dela há muito que esclarecer. Fique à vontade e valorize a verdade.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

comments powered by Disqus
acesso rápido
 
 
 
 
 

Palmeiras Todo Dia - O Site Oficial do Torcedor Palmeirense!