O EMOCIONAL QUE MOVE MONTANHAS (07/10/2019)
 


Eu concordo. Fomos aquém do que podíamos.

Apresentamos uma troca de passes interessante - mais de "500" - com um acerto acima de "80%". Entretanto faltou-nos objetividade.

A pergunta que não nos cala continua: "Jogo difícil e adversário fechado, o que fazer para romper as linhas inimigas?

Girar a bola com rapidez e tentar as jogadas individuais? Claro! Porém, não estávamos em uma tarde feliz.

A bola que pôs fogo no jogo demonstrando aos céticos que o emocional é "50%" do sucesso de uma partida veio de "Dudu". Afinal, alguém arquitetou algo inusitado e trouxe dúvidas futuras ao sistema defensivo dos mineiros.

A jogada e o gol, por infelicidade alviverde chegaram tarde.

Encerrada a rodada, alguns leitores mandaram-me mensagens jogando a toalha. Não chegaria a tamanha certeza, mas que as chances diminuíram, eu não nego. A não ser que a famigerada "sorte de ganhador" apareça.

A diferença é de "5" pontos e o empate na tabela favorece os cariocas. Assim sendo, para que as coisas mudem de figura precisamos vencer o confronto direto e esperar que eles empatem "2" jogos - além, é claro, da fazermos a nossa parte.

Vi várias histórias sendo recontadas antes da última rodada e, portanto, como torcedor devo confiar no imponderável até o final.

Não sei se vocês se lembram, mas tem clube que nos deve um campeonato desde 2009.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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