ENTRE O XERIFE E O MAGO, A INCONVENIENTE SOBREVIVÊNCIA (20/09/2013)
 


A coluna "Galope Peregrino" nasceu para ser um canal reflexivo da "família alviverde".  Através dos textos editados, este colunista e os assíduos leitores trocam impressões sobre a Sociedade Esportiva Palmeiras e seu dia a dia.

Ao final de cada assunto abordado tenho recebido inúmeros comentários - leio todos e procuro respondê-los. Alguns comprovam a convergência de nossas ideias, outros não. Entretanto, o saldo é extremamente satisfatório, atestando a inteligência acima da média de todos aqueles que apresentam o seu juízo de valor.

Como é de conhecimento geral, não estou incluído entre os críticos contumazes da SEP. Ao contrário, procuro enxergar seu lado positivo, não por ser alienado, mas por entender que o futebol é "guerra psicológica", do começo ao fim dos campeonatos dos quais participamos e não servirei veneno aos meus irmãos de "Sociedade", sobre uma mesa forrada com a bandeira verde e branca.

Aliás, que bela partida jogamos em Florianópolis! Finalmente atingimos o equilíbrio esperado, dentro dos moldes da Série B. A sede insaciável pelo jogo ofensivo demonstrada pela equipe de Kleina - alguns chamam de suicídio - combina - até surpreendentemente -  com a própria vontade de sobreviver ao cargo de técnico. Sendo assim, admita: Assistir a SEP jogar, surpreende  e desperta curiosidade - na pior da hipóteses - no mais exigente dos corneteiros.

Ainda acho - é claro -  que há espaço para um "xerife" - Eguren -  à frente da linha de defesa. Alguém que marque território e distribua democraticamente os hematomas, pois estamos sendo surrados e a arbitragem teima fazer vistas grossas. Ademais, bola nos pés do "Mago".

Assim sendo e prosseguindo nossa "via-crúcis", sábado à tarde teremos à nossa frente um adversário arrogante, que nos insufla o sangue nos olhos. Maldito seja o Sport (5°) nosso de cada dia!

Convidamos a torcida que canta e vibra a lotar o Estádio Municipal do Pacaembu e ajudar a empurrar a bola rumo às redes adversárias.



***

O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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