AS FLECHAS DE MOROS (22/10/2014)
 


Inúmeros palestrinos me mandaram mensagens pelo correio eletrônico demonstrando-se decepcionados com a sorte palmeirense neste campeonato de triste lembrança. Não foram poucas as partidas em que fomos superiores e saímos vencidos. Porém, eu pergunto ao leitor: “Ela existe? Ou melhor, o que é a sorte?

Para Emerson (1803-1882), escritor e poeta americano, a sorte inexiste. “Enquanto os homens fracos acreditam em sorte, os homens fortes acreditam em causa e efeito”.

Este colunista acredita em sorte como a somatória de habilidade e oportunidade. Entendo a sorte não como obra de feitiçaria, mas de planejamento e trabalho aplicado.

A mitologia grega sintetiza o que estou falando, através de Moros - deus do destino (ou da sorte mais precisamente).

Moros é lembrado pelo furto de três flechas da aljava de Eros, deus do amor.

Utilizando-se de sua energia, Moros ungiu as flechas furtadas e as escondeu. Um dia, por algum motivo específico, os mortais chegariam a elas.

Ao dispará-las isoladamente, os mortais acessariam a memória e assim poderiam consertar erros cometidos ao longo da História.

Ao dispará-las juntas, os mortais retornariam no tempo e até onde tudo começou.

Julgue como melhor lhe aprouver: Uma flecha ou três? Consertar os erros cometidos ou começar de novo?



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Sexta-feira voltaremos (resistindo ao inevitável)!


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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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