A FERA CHAMADA DUDU (06/03/2015)
 


Inexperiência? O grande erro adversário foi entender que poderia vencer.
 
A equipe do interior baiano avançou suas linhas e ofereceu espaços pelos quais construímos a vitória, aparentemente fácil, mas que nos tomou um tempo considerável.

Alguns jogadores recém chegados ao clube começaram a justificar seus “direitos federativos” – entre eles Cristaldo, Allione, “Rob Arte” e Dudu, a fera do jogo de ontem.

Além de sofrer a falta que possibilitou a Cristaldo converter a penalidade máxima, marco de nossa vitória, Dudu serviu de garçom no gol do “craque Rob Arte”. Seu gol – o quarto de nossa equipe – apenas coroou a performance irrepreensível do “novo Edmundo” – se me permitem viajar nas palavras e no delírio ufanista.

“A fera chamada Dudu” é o retorno à irreverência perdida tempos atrás. A imprevisibilidade que somente os artistas podem legar aos mortais. Tudo aquilo que permite instigar os torcedores alviverdes a comprarem ingressos e tomarem de assalto às dependências da “Arena”.

“A fera chamada Dudu” é o desejo de que o tempo corra rapidamente e o sábado desponte no horizonte convidando-nos para mais um espetáculo. Afinal, já choramos muito e é hora de sorrir.



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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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