CARTA AO NONO VITÓRIO (26/08/2015)
 


Mande lembranças à Anarquia, porque a Democracia tem dado mancadas profundas.

Cento e um anos depois ressurge o alviverde imponente, tingido de prata, talvez - duvido que o Senhor aceitasse.

Cento e um anos depois, a ética de Prass marca os corações adversários. Diria tua voz palestrina: "Aqueles que se opõe aos nossos interesses tem o nosso respeito, para que mereçamos derrotá-los dentro das quatro linhas, em nome de Deus - verde, vermelho e branco".

Centro e um anos depois, sinais de responsabilidade diante do "derby" da 23a rodada impediram Barrios de defender as cores do selecionado paraguaio. "Amor à primeira vista!" - diria o ufanista esmeraldino. Apenas releitura de uma camisa dez marcada pela desconfiança.

Cento e um anos depois comemoramos nosso aniversário em meio ao fogo cruzado de BH. Desejo de continuar a disputa, honra pelo manto sagrado, sangue, suor e lágrimas italianas? Que alguém ouse contrariar tuas palavras e desfrute do teu mortal bigode calabrês.

Cento e um anos depois, em tua memória sairemos vivos do templo onde fomos chamados de "Brasil".

Com a voz embargada em agradecimento, feito o "Condottiero" clamarias: "Feliz aniversário, Società! Viva a Anarquia!

Descanse em paz!

Catedral, teu neto.



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Voltaremos na sexta-feira


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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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