ALELUIA! SÓ JESUS SALVA (31/08/2015)
 


Desta vez reservo-me o direito de falar do "menino Jesus" somente ao final do texto. Seria repetitivo e um fator digno de lugar comum, embora o torcedor tenha com ele um romance intenso.

Defensivamente, mais uma vez pecamos ao expor nossos zagueiros. Definitivamente, a cabeça de área ou "volância" - chame como quiser - precisa morder e não apenas cercar. Ataque ganha jogo e defesa ganha campeonato.

Sinceramente, a "Sociedade" demonstrou ao longo dos jogos desta temporada que o acerto de passes propicia uma melhora coletiva. Abusar dos passes errados força o time a recuperar a posse de bola e correr mais, desgastar-se mais e cansar-se prematuramente. Aliás, o problema palmeirense não é físico. Surpreendentemente, o problema é puramente mental. Não seria interessante utilizar-se dos préstimos de um Psicólogo? Alguns jogadores perceberam que podem não ficar para a próxima temporada e a responsabilidade aumenta a cada nova chance recebida.

Mas o time resiste às intermináveis provações e a qualquer momento alcançará o equilíbrio que alguns adversários possuem por entrosamento. Do meio de campo para a frente, a equipe cria, pelo menos, três chances de gol por jogo disputado. Número elogiável, ao considerarmos a "Sociedade" um exemplo de concorrente que não valoriza a posse de bola.

E agora... o que falar do "menino Jesus"? Parece-me que o "batismo de fogo" é coisa do passado e ele tornou-se realidade. Talvez a pergunta apropriada seja: "Até quando, Gabriel?" Afinal, a Europa não perde o faro e mais cedo ou mais tarde... Todavia, vivamos cada jogo como se fosse o último.

Assim sendo e mesmo sob intensa desconfiança vencemos mais uma partida e o "G4" conta conosco entre os melhores. Goiás e C... - melhor não falar! - vem por aí. A semana é decisiva. Céu e inferno separam-se por míseros detalhes. Entretanto, a fé move montanhas.

E por falar em fé: Olhe ele aí, gente! Aleluia! Só Jesus salva!



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Voltaremos na quarta-feira


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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História.... Amizades ... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira e poesia perdidas.

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