A SOCIEDADE, CONFORME GUARDIOLA (20/06/2016)
 


(Cf. Guardiola) Um técnico não deve pedir nada especial a seus jogadores. Lembrá-los, sim, para que joguem o que sabem, mas que nunca se esqueçam da ousadia.

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É a ousadia que diferencia grandes e pequenos, transforma a esperança em realidade e permite que os conquistadores escrevam a História.

Sim, a "Sociedade" é ousada, dentro de um planejamento estratégico, onde o bando em ataque insano deixou de existir.

A "Sociedade" é o único time do campeonato a jogar com "3 (três)" armadores - Moisés, Xavier e Dudu - e "1 (um) determinado" volante rotativo - Tchê Tchê e Jean se revezam.

Armadores? Até semanas atrás comentávamos a ausência deles no elenco. Será que o passionalismo palestrino fecha-nos os olhos e não nos permite vislumbrar o trabalho realizado.

Algo novo no futebol brasileiro? Alguém falou sobre volante rotativo? Quem falou que marcar é dever de um "cabeça de área"? O destino de um clube depende de todos que o representam.

Vá se acostumando em ver o "menino Jesus" executando outras tarefas, além dos gols e das assistências. O futebol total pede passagem e não aceitará retrocesso.

Roger - de quem foi essa ótima ideia? - , por exemplo, não me deixa sombra de dúvidas. A cada dia que passa e a cada jogo disputado, a semelhança com Renato (Portaluppi... Gaúcho... chame do que quiser) aumenta. Dúvida? Basta assistir videos do citado personagem.

A intensidade e o gosto por desafios devem encorpar esse "Palmeiras". A tendência é que a ousadia aumente e a responsabilidade acompanhe em mesma proporcionalidade.

Arriscar será necessário e defesas miraculosas como as duas feitas por Prass, neste final de semana, serão imperativas.

Aliás, Prass é um capítulo à parte e merece todo o nosso respeito. Ele encontra força, motivo e sabedoria para ser maior que os seus "38 (trinta e oito)" anos. Sendo assim, no futebol da Olimpíada, a medalha de ouro brasileira passará inevitavelmente por suas mãos.



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Voltaremos na quarta-feira, 22/06/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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