DEUS DO CÉU, MAIS UMA VEZ (27/06/2016)
 


Gol anulado, falta não assinalada e pênalti a favor desconsiderado. Este é o caminho trilhado por nossa "Sociedade".

Até quando partilharemos tais momentos?

Quero deixar claro que não estou personificando o "mal perdedor - peço licença ao leitor Bruno, pelo uso das aspas " -, mas a justa medida do direito de ser julgado com isonomia.

Outros vitoriosos também apresentaram momentos de tática incipiente, mas prevaleceram no gol ao acaso, na falta justamente aplicada ou no pênalti providencial. Momentos contestados, mas que à luz racional, não poderiam ser desconsiderados.

Detalhes escrevem constantemente os destinos dos campeonatos. Campeões também. Na bola e no lance fortuito.

Haverá o momento presente, quando o árbitro julgar um caso e respeitar a camisa alviverde?

Por gentileza, não precisamos da ajuda tendenciosa. Precisamos que se julgue e se aplique a regra.



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Voltaremos na quarta-feira, 29/06/16.

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O escritor e colunista Catedral de Luz nasceu na turbulenta década de 60 e adquiriu valores entre as décadas de 70 e 80 que muito marcaram sua personalidade, tais como Palmeiras, Beatles, Letras, Espiritismo e História... Amizades... Esposa e Filha.

Os anos 90 ensinaram-lhe os atalhos, restando ao novo século a retomada da lira poesia perdidas.

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